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Cuidado com a mentalidade do escalável pelo escalável

O cenário de alguns profissionais e empresas de comunicação digital – ou marketing digital, leia como quiser –  tem se tornado um paradoxo cada vez mais sustentado por discursos vazios, egocêntricos e, muitas vezes, com pouco ou nenhum embasamento aprofundado sobre o que é comunicar no ambiente online.

Sobre o que é comunicação.

Sobre os impactos da comunicação empresarial na sociedade.

Sobre como aplicar de verdade estratégias de venda em um ambiente extremamente volátil e, como diria Walter Longo: efêmero.

Vendem a importância do planejamento sem ao menos entender critérios básicos da disciplina como profissão que tem como função primária organizar e prever o futuro de organizações.

No front, a regra comum: repetir jargões e palavras que já são quase de ordem, para convencer que o cliente precisa estar nas mídias sociais se relacionando com alguma audiência.

Postando o tal do conteúdo relevante para a persona certa e por ai vai…

O resumo dessa mentalidade? 

Muita operação, pouca tática e, em muitos casos, nenhum planejamento estratégico sólido que faça a empresa que contrata esse profissional, conseguir olhar para o futuro, prevendo riscos e desvios na trajetória que se constrói a longo prazo.

No entanto, por quê isso acaba acontecendo com mais frequência que deveria?

Muitos bons profissionais e empresas acabam se entregando nessa camada rasa da comunicação por ser o caminho mais curto e “produtizado” da comunicação.

Em poucas palavras: é escalável. E isso não é necessária mente um problema.

O problema está em sustentar apenas a mentalidade do escalável e do super faturamento sem planejar com uma visão de fato estratégica.

Na primeira queda ou crise, todo gráfico que sobre muito rápido desce feito montanha-russa: desgovernado e com poucas possibilidades de ajuste que não sejam esperar a velocidade da queda diminuir para analisar os prejuízos.

Falta de planejamento, em resumo.

E antes que você pense que este texto é apenas um texto para reclamar em vão, não… o texto que você está lendo tem o objetivo de provocar, sim.

O texto tem como objetivo fazer você aproximar a agulha que está em suas mãos, para cada vez mais próxima da bolha em que vive. Sim, todos nós vivemos em algum tipo de bolha e isso é normal.

A única maneira de conseguirmos enxergar fora dessa bolha é colocando em cheque questões que se repetem ao nosso redor.

Na vida e no planejamento. 

Para finalizar o conteúdo, caso você tenha lido até aqui, vou te dar uma dica valiosa de como exercitar esse olhar clínico sobre a profissão, em prol do seu desenvolvimento intelectual.

Leia.
Estude

Aplique.

Exatamente nessa ordem.
Muito obrigado pela sua atenção e até o próximo conteúdo.

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